
Primeira semana na parada de álbuns da Billboard e um quarto lugar conquistado, ou seja, nada mal, certo? Primeiro trabalho internacional da galesa Duffy, “Rockferry”, porém, conta com uma desvatagem, logo de cara: as já existentes comparações com Amy Winehouse, precursora não apenas de um estilo de fazer música, mas também de comportamento.
Mas este blog ficará restrito apenas à análise do disco “Rockferry” e não no que Duffy bebe ou deixa de beber nas noitadas, certo? =P
Como suas comtemporâneas (a própria Amy Winehouse, Kate Nash e Adele, todas britânicas), Duffy apresenta uma sonoridade retrô, voz potente e letras sobre desilusões amorosas, basicamente. Então, o leitor pergunta, por que escutar “Rockferry”?
Provavelmente, por causa do ainda “hit” solitário de Duffy, “Mercy”, e outras ótimas composições. Uma delas é “Warwick Avenue” que canta mais um coração partido nas ruas de Londres. As outras baladas do disco são muito parecidas, apesar de mostrarem boa qualidade.
As levadas instrumentais que mais agradam no disco são das músicas “Serious” e “Delayed Devotion”, com boas chances de agradar a todos. Agora, para quem não curtiu muito o som de Duffy logo de primeira com “Mercy”, poderá se decepcionar com o restante do álbum, pois as dez faixas não guardam surpresas. Mas, para aqueles que consideraram “Mercy” um amor à primeira vista, “Rockferry”, sem dúvidas, será uma agradável brisa em um ano quente, repleto de candidatas à diva.
Classificação: Nota 3 de 5